domingo, 3 de maio de 2009

Os vampiros secantes



Este post vem na sequência da caixa escrita pelo Jorge Mourinha no último Ípsilon. Nela é mencionada a transformação da representação dos vampiros, de seres que personificam a luxúria e a devassidão, metamorfoseadas na sede de verdadeiro sangue e carne roubados às suas vítimas, em criaturas moles que, pronto, "só querem o direito à diferença". Algo que parece acontecer em filmes como "Twilight", que não vi nem irei ver. Recuso-me a ver filmes com vampiros castos e de boas intenções, que não fodem as namoradas porque gostam muito delas!

Quero apenas fazer uma pergunta: E se, quando o punk apareceu em Inglaterra, e os Sex Pistols foram entrevistados na BBC, em vez de ter chamado nomes ao apresentador Bill Grundy, os Sex Pistols tivessem dito "Nós só queremos que nos deixem ser diferentes. Há lugar para todos"?

2 comentários:

Anónimo disse...

Não há lugar para todos, infelizmente.

Haverá sempre quem discrime alguém por algo que não seja da "maioria", que seja diferente do "padrão".

Porquê?

Não sei, mas gostava de perceber.....

Victor Afonso disse...

É uma boa analogia!