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O Ípsilon, anteriores encarnações incluídas, tem sido companheiro da vida de melómano por muitos anos, e nele têm escrito algumas das pessoas que mais gosto de ler quando falam e pensam a música. Infelizmente, nos últimos tempos, a música parece andar a perder espaço no suplemento, com a excepção da clássica/erudita que hoje até tem a capa. Algo está diferente quando, numa edição, apenas dois artistas (B Fachada e Mísia) merecem menção. Não é possível que não haja mais nada a sair, e a merecer espaço e interesse, português ou estrangeiro. O que se passa para haver tal redução na oferta? Espero que seja uma coisa passageira, e que o Ípsilon volte a proporcionar a boa e variada leitura a que me habituou.
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